Comunidade do Trevo da Praia Celebra o Divino Pai Eterno

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Comunidade do Trevo da Praia Celebra o Divino Pai Eterno

Aconteceu nesse último final de semana (30/06 e 01/07), a Tradicional Festa em Louvor ao Divino Pai Eterno, no Trevo da Praia/Gurupi – TO. As missas foram presididas pelo Pe. Eldinei Carneiro, Pároco daquela comunidade. Nas suas reflexões o religioso pediu aos fiéis para não saírem dos projetos de Deus: “Peço a todos vocês que permaneçam no caminho do Senhor , Ele é a verdade última e plena para a nossa vida”. E finalizou: “Voltem para vossas casas com as bênçãos do Divino Pai Eterno, levem nas bagagens, esperança, luz, fé e perseverança, as tribulações sempre são superadas pela força de Deus”.  A festa é marcada pelas celebrações eucarísticas, folias, busca do mastro, café da rainha e do imperador. Esse ano foram festeiros: Imperador – : Cláudio Márcio Teixeira Lima, Imperatriz -  Cárita Miriam Santos Lima, Capitão do Mastro – Gilberto Ferreira do Nascimento e Rainha do Mastro – Maria Deusa Ribeiro. Já escolhidos os novos festeiros para 2019: Imperador – Delcides Carneiro, Capitão do Mastro – Felipe Servo e Rainha do Mastro – Ana Paula. Ao final da festa, os festeiros 2018 agradeceram a todos, especialmente a comunidade e o Pároco. O Pe. Eldinei agradeceu a todos, destacando a coordenadora da comunidade, Joana, os missionários Deusdete Glória e Vinicius e também os festeiros. Participaram também do festejo, o vereador Jair, a Deputada Federal Josi Nunes e sua mãe, a Vice-Prefeita, Dolores Nunes. T Esse ano o tema foi o seguinte: “Com o Divino Pai Eterno construindo uma cultura de paz e amor”. A festa contou com um grande número de fiéis.

História

O Divino Pai Eterno, de acordo com a fé cristã Católica é uma concepção ao Deus Pai e sua devoção começou em 1840 quando o casal de lavradores Constantino Xavier Maria e Ana Rosa Xavier encontraram às margens o córrego do Barro Preto, um medalhão com a Representação da Santíssima Trindade coroando a Virgem Maria nos céus. 

 A devoção ao Divino Pai Eterno teve início por volta de 1840, com o casal de agricultores Constantino Xavier Maria e Ana Rosa de Oliveira, que vieram se estabelecer nas proximidades do Córrego do Barro Preto, distante aproximadamente vinte e dois quilômetros do município de Campininhas das Flores. 

Constantino, um homem muito religioso e neste ponto apoiado pela esposa, começou a trabalhar na terra para plantação. Certo dia enquanto lidavam no campo, a enxada tocou em algo rígido que não era pedra. Ao conferir notaram ser um medalhão belíssimo de barro, com tamanho em torno de meio palmo de circunferência onde estava representada a Santíssima Trindade coroando a Virgem Maria. Eles beijaram o medalhão sagrado e levaram-no para casa. Constantino e seus familiares começaram a rezar diante do medalhão encontrado, a notícia se espalhou e aos poucos outros moradores locais passaram a rezar junto à Santíssima Trindade.

 

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